terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Novidades ASA: Março

Ligeiramente Casados
Mary Balogh
Ano da Edição: 2013
Número Páginas: 336
ISBN: 9789892322254
Editora: ASA
Disponível a partir de 28 de Março

Sinopse:

Como todos os Bedwyn, Aidan tem a reputação de ser arrogante. Mas este nobre orgulhoso tem também um coração leal e apaixonado - e é a sua lealdade que o leva a Ringwood Manor, onde pretende honrar o último pedido de um colega de armas. Aidan prometeu confortar e proteger a irmã do soldado falecido, mas nunca pensou deparar com uma mulher como Eve Morris. Ela é teimosa e ferozmente independente e não quer a sua proteção. O que, inesperadamente, desperta nele sentimentos há muito reprimidos. A sua oportunidade de os pôr em prática surge quando um parente cruel ameaça expulsar Eve de sua própria casa. Aidan faz-lhe então uma proposta irrecusável: o casamento, que é a única hipótese de salvar o lar da família. A jovem concorda com o plano. E agora, enquanto toda a alta sociedade londrina observa a nova Lady Aidan Bedwyn, o inesperado acontece: com um toque mais ousado, um abraço mais escaldante, uma troca de olhares mais intensa, o "casamento de conveniência" de Aidan e Eve está prestes a transformar-se em algo ligeiramente diferente...

Sobre a autora:

Autora premiada e presença constante nas listas de bestsellers do New York Times, Mary Balogh cresceu em Gales, terra de mar e montanhas, músicas e lendas. Ela levou consigo a música e uma imaginação vívida quando se mudou para o Canadá. Aí desenvolveu uma segunda carreira como autora de livros com finais felizes e que celebram o poder do amor. Os seus romances históricos venderam já mais de 4 milhões de exemplares em todo o mundo.

Outros livros da autora publicados pela ASA:


A Provação do Inocente
Coleção: Obras de Agatha Christie - volume 75
Agatha Christie
Ano da Edição: 2013
Número Páginas: 256
ISBN: 9789892321837
Editora: ASA
Disponível a partir de 8 de Março

Sinopse:

Condenado a prisão perpétua, Jacko Argyle sucumbiu a uma pneumonia e acabou por morrer sem conseguir provar a sua inocência. Acusado de assassinar a mãe adotiva, o jovem jurou em tribunal ter um álibi e até uma testemunha. Mas essa pessoa nunca foi encontrada. Acabado de chegar de uma longa viagem, Arthur Calgary tem informação que permite limpar o nome de Jacko, ainda que postumamente. A inocência de Jacko implica a culpa de outra pessoa... mas só a família estava em casa naquela noite fatal... 

A Provação do Inocente (Ordeal by Innocence) foi originalmente publicado em 1958 na Grã-Bretanha, tendo sido editado nos Estados Unidos no ano seguinte. Foi adaptado para o cinema em 1985 e para a televisão em 2007.

Sobre a autora:

Agatha Christie nasceu Agatha May Clarissa Miller, em Torquay, na Grã-Bretanha, em 1890. Em 1971, a Rainha Isabel II consagrou-a com o título de Dame of the British Empire. Deixando para trás um legado universal celebrado em mais de cem línguas, a Rainha do Crime, ou Duquesa da Morte (como ela preferia ser apelidada), morreu em 12 de Janeiro de 1976.

Em 2000, a 31st Bouchercon World Mystery Convention galardoou Agatha Christie com dois prémios: ela foi considerada a Melhor Escritora de Livros Policiais do século XX e os livros protagonizados por Hercule Poirot a Melhor Série Policial do mesmo século.

Novidades Quinta Essência: Março


Férias em Saint-Tropez
Elizabeth Adler
Ano da Edição: 2013
Número Páginas: 508
Editora: Quinta Essência
Disponível a partir de 8 de Março

Sinopse:

Um mistério cheio de glamour no encantador sul da França…

Numa villa em St. Tropez, no sul da França, cinco turistas que não se conhecem - todos eles a fugirem da sua vida do dia-a-dia - veem-se reunidos à força no pequeno Hotel dos Sonhos.  

Chez Violette parecera ser o refúgio perfeito para o detetive privado Mac Reilly e a sua namorada/parceira, Sunny Alvarez, e para os seus cães Pirate e Tesoro. Sunny chega primeiro e descobre que foram enganados, juntamente com várias outras pessoas que julgaram estar a alugar aquela elegante casa na Riviera francesa. De repente e de forma inesperada, são forçados a solucionar um crime e a desvendar um homicídio, tendo como pano de fundo a soalheira e glamorosa Saint- Tropez.

Sobre a autora:

Elizabeth Adler é britânica. Autora de mais de vinte romances, é reconhecida internacionalmente pelas suas histórias envolventes que combinam de forma magistral mistério, amor e destinos de sonho. Os seus livros estão publicados em vinte e cinco países, com mais de quatro milhões de exemplares vendidos em todo o mundo.

Adler e o marido viveram em vários países até que fixaram residência em La Quinta, Califórnia, onde passam dias tranquilos na companhia dos seus dois gatos.

Outros livros da autora publicados:



Encontras-me no Fim do Mundo
Nicolas Barreau
Ano da Edição: 2013
Número Páginas: 216
Editora: Quinta Essência
Disponível a partir de 8 de Março

Um galerista fascinante.
Uma mulher misteriosa.
Uma série de provocantes cartas de amor.

Nicolas Barreau serve-nos o romance mais encantador da temporada

Sinopse:

Jean-Luc Champollion é aquilo a que os franceses chamam um homme à femmes. O encantador proprietário de uma galeria bem-sucedida ama a arte e a vida, é muito sensível ao encanto das mulheres, que de bom grado lho retribuem, e vive num dos bairros da moda de Paris, em perfeita harmonia com o seu fiel dálmata Cézanne. Tudo corre bem até que, uma da manhã, Jean-Luc encontra no correio um envelope azul, e a sua vida muda para sempre. A missiva é uma carta de amor, ou melhor, uma das declarações de amor mais apaixonadas que o galerista já viu, mas não vem assinada: a misteriosa autora decidiu esconder-se e convida-o a descobrir quem é. Jean-Luc fica inicialmente confuso, mas decide alinhar. A remetente anónima forneceu-lhe um endereço de e-mail e desafia-o a responder. Mas a tarefa não é fácil. Em breve, Jean-Luc tem apenas um objetivo: descobrir a identidade da caprichosa desconhecida, que parece conhecer muito bem os seus hábitos e gosta de o provocar incessantemente. Assombrado pelas suas palavras, Jean-Luc segue as pistas dispersas na correspondência, cada vez mais incapaz de resistir à mais doce das armadilhas. O objeto da sua paixão existe apenas no papel e na sua imaginação, mas ele sente conhecer melhor esta mulher do que os quadros expostos na sua galeria, mesmo que nunca tenha visto o seu rosto. Ou será que viu?

Sobre o autor:

Nicolas Barreau nasceu em 1980 em Paris, filho de mãe alemã e pai francês, estudou Literaturas Românicas e História na Sorbonne.

Durante algum tempo trabalhou numa livraria da Rive Gauche em Paris, até que finalmente se dedicou à escrita. Gosta de restaurante e de culinária, acredita no destino, é muito tímido e reservado e, tal como o escritor protagonista desde livro, não gosta de aparecer em público. Os seus três romances, publicados originalmente por uma pequena editora alemã, alcançaram um enorme êxito, em especial O Sorriso das Mulheres, que se tornou um fenómeno editorial na Alemanha, em Itália e em Espanha.

Outro livro do autor publicado:



Um Pequeno Escândalo
Patricia Cabot
Ano da Edição: 2013
Número Páginas: 416
Editora: Quinta Essência
Disponível a partir de 8 de Março

Juraram renunciar ao amor… mas não resistem ao jogo da sedução

Sinopse:

Quando a bela Kate Mayhew é contratada como dama de companhia de Isabel, a filha obstinada de Burke Traherne, o marquês vê-se numa situação impossível. Dividido entre saber que ela é exatamente aquilo de que Isabel precisa mas, para ele, a pior tentação possível, encontra-se constantemente perto de alguém que ameaça a sua independência. Conhecido pelo seu autodomínio férreo desde o dia em que apanhou a mulher com um amante, Burke jurou nunca mais arriscar-se a casar. 

Ao aceitar a oferta de emprego de Sua Senhoria, a temperamental Kate enfrenta dois perigos: sua atração irresistível por um homem que abdicou do amor, e um encontro com o seu próprio passado escandaloso... que ela não pode manter secreto para sempre.

Kate Mayhew costumava fazer parte da sociedade, até que os pais morreram em circunstâncias misteriosas e escandalosas. Agora, o melhor que pode esperar é ser governanta… até que o famoso Burke Traherne, marquês de Wingate, a contrata para ser dama de companhia da sua rebelde filha Isabel. Kate Mayhew costumava fazer parte da sociedade, até que os pais morreram em circunstâncias misteriosas e escandalosas. Agora, o melhor que pode esperar é ser governanta… até que o famoso Burke Traherne, marquês de Wingate, a contrata para ser dama de companhia da sua rebelde filha Isabel.

«É um verdadeiro prazer ouvir a voz única de Patricia Cabot.»
Romantic Times

«Estes dois personagens maravilhosos, que juraram abdicar do amor, formam o casal perfeito neste delicioso e emocionante romance (…). A história divertida e cativante de Ms. Cabot conquistará facilmente os leitores. Não irá conseguir de parar de ler até chegar à perfeita e satisfatória conclusão.»
RT Book Reviews

Sobre a autora:

Meggin Patricia Cabot, autora bestseller de romances históricos, nasceu em fevereiro de 1967, em Bloomington, Indiana (EUA). Trabalhou como gestora numa residência universitária, foi ilustradorafreelance e escreveu mais de cinquenta livros que assinou com diferentes pseudónimos. Entre eles destaca-se a série O Diário da Princesa (The Princess Diaries), publicada em mais de trinta países e adaptada ao cinema pela Walt Disney Pictures, com grandes êxitos de bilheteira.

As suas obras ganharam inúmeros prémios, incluindo o New York Public Library Books for Teen Age, o Booksense Pick, o Evergreen, o IRA/CBC Young Adult Choice, entre outros.

Outro livro da autora publicado:


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Porto Editora - Ficção Portuguesa - Regresso ao Vaticano com "A Filha do Papa"


Regresso ao Vaticano com A Filha do Papa

Novo thriller de Luís Miguel Rocha elogiado por Rentes de Carvalho e Valter Hugo Mãe

Título: A Filha do Papa
Autor: Luís Miguel Rocha
Págs.: 432 Capa: mole com badanas
PVP: 17,70 €

O novo thriller de Luís Miguel Rocha, o primeiro autor português a figurar no top do New York Times, chama-se A Filha do Papa e está à venda a partir de 11 de Março. Dois dos principais escritores portugueses da atualidade, José Rentes de Carvalho e Valter Hugo Mãe, leram, antecipadamente, esta nova obra e elogiaram o autor.

Depois do enorme sucesso de A Mentira Sagrada, publicado pela Porto Editora em 2011, A Filha do Papa, uma obra cheia de ação, centra-se na figura de Pio XII e lança uma pergunta: terá sido o antissemitismo a verdadeira razão da não beatificação do papa?

OPINIÕES

Há por aí a moda de classificar os livros com estrelas. Cinco para os muito bons. Aos que li de Luís Miguel Rocha, não daria eu essas cinco, que são de pechisbeque e coitadinhas, mas as três com que a Michelin distingue a qualidade e o talento dos cozinheiros do topo. Porque não haja dúvida: no uso dos ingredientes, no preparo das cenas, no ritmo, no desenho dos personagens, no "cozinhar" do enredo, Luís Miguel Rocha é um grand chef.
José Rentes de Carvalho

Um mestre de contar histórias. Exímio a mostrar cada instante e cada pormenor, como se projetasse cinema na nossa imaginação. Este livro é um vírus. Domina-nos.
Valter Hugo Mãe

SINOPSE

Será o antissemitismo a verdadeira razão para o Papa Pio XII não ter sido beatificado?

Quando Niklas, um jovem padre, é raptado, ninguém imagina que esse acontecimento é apenas o início de uma grande conspiração que tem como objetivo acabar com um dos segredos mais bem guardados do Vaticano – a filha do Papa Pio XII. Rafael, um agente da Santa Sé fiel à sua Igreja e à sua fé, tem como missão descobrir quem se esconde por detrás de todos os crimes que se sucedem e evitar a todo o custo que algo aconteça à filha do Papa. Conseguirá Rafael ser uma vez mais bem-sucedido? Ou desta vez a Igreja Católica não será poupada?

Primeiras páginas aqui!

O AUTOR

Luís Miguel Rocha nasceu em 1976 na cidade do Porto, onde mora depois de ter residido dois anos em Londres. Foi repórter de imagem, tradutor e guionista. Atualmente, dedica-se em exclusivo à escrita.

A Filha do Papa é o seu sexto livro, depois de Um País Encantado (2005), O Último Papa (2006), Bala Santa (2007), A Virgem (2009) e A Mentira Sagrada (2011).

As suas obras estão publicadas em mais de 30 países e foi o primeiro autor português a entrar para o top do The New York Times. O Último Papa, bestseller internacional, vendeu mais de meio milhão de exemplares em todo o mundo.


DIGRESSÃO NACIONAL

À semelhança do que aconteceu com A Mentira Sagrada, A Filha do Papa vai ser divulgado em digressão nacional.

O lançamento do livro está já agendado para o ciclo literário Porto de Encontro, no Porto, a 17 de Março. Haverá lugar, também, a uma apresentação em Lisboa e a sessões em dezenas de cidades do país.

A Porto Editora anunciará oportunamente todos os pormenores relativos a esta digressão.

OPINIÕES

LMR tem um dom para arquitectar histórias fascinantes e criar personagens vivas, que se destacam das páginas e nos arrastam com elas a uma velocidade vertiginosa pelas ruas de Roma e os meandros do Vaticano. Nenhum pormenor é deixado ao acaso: a escrita é cuidada, a trama complexa e o ritmo viciante.
Tânia Ganho, escritora

Luís Miguel Rocha sabe tudo sobre Papas.
Jô Soares, humorista

Luís Miguel Rocha pega-nos pela mão e leva-nos numa viagem alucinante pelos meandros da Igreja e seus mistérios com uma escrita cativante e uma história envolvente que a cada página nos deixa a desejar mais e mais!
Paula Neves, atriz

Há duas coisas que não posso ter em casa: chocolates e livros novos do Luís Miguel Rocha. Que vício! Aperte o cinto e agarre-se, ele está de regresso!
Diogo Beja, locutor de rádio



Civilização publica "Como Tudo Começou" de Penelope Lively


Título: Como Tudo Começou
Autora: Penelope Lively
Título original: How It All Began
Tradução: Odete Martins
Páginas: 264 pp.
Encadernação: Capa mole
Subfamília: Romance
PVP: 16,50 €
Lançamento: Fevereiro de 2013

Como Tudo Começou encontra-se na longlist do IMPAC Dublin Literary Awards 2013 e chega a Portugal com ótimas recensões por parte da crítica internacional. 

“Este romance apresenta algumas das personagens mais divertidas e cativantes de Lively […] [Lively] continua a ser uma sublime contadora de histórias”, escreve o Guardian

“Profundamente divertido, essencialmente leve, muitíssimo bem escrito e temperado com rara sabedoria”, acrescenta a Literary Review

“Mais atual do que muitos autores com metade da sua idade […] Lively sabe umas coisas sobre contar histórias”, conclui o Times.

Sinopse:

Quando Charlotte é assaltada e fratura a anca, a sua filha Rose não pode acompanhar o patrão, Lord Peters, a Manchester, por isso a sobrinha dele, Marion, tem de ir no seu lugar; Marion envia ao amante uma mensagem escrita que é intercetada pela mulher… e isto é apenas o início de uma cadeia de acontecimentos que irão alterar várias vidas.

Neste romance sedutor, absorvente e escrito de forma brilhante, Penelope Lively mostra-nos como um simples acontecimento acidental pode significar a destruição e salvação de um casamento, uma oportunidade que aparece e depois desaparece, o encontro entre dois amantes que de outra forma nunca se teriam conhecido e a mudança irrevogável de várias vidas. Divertido, humano, comovente e astucioso, Como Tudo Começou é um trabalho brilhante de uma autora que está no seu melhor.

Sobre a autora:

Penelope Lively cresceu no Egito e aos 12 anos mudou-se para Inglaterra, onde se licenciou em História. Pertence ao Conselho Diretivo da Royal Society of Literature e é membro da PEN e da Society of Authors. Uma prolífica autora de romances e de coletâneas de contos para crianças e adultos, foi nomeada duas vezes para o Prémio Booker e à terceira conquistou-o com Anel de Areia. Escreveu guiões para rádio e televisão e apresentou um programa de literatura infantil na BBC Rádio 4. É ainda uma escritora de livros infantis e ganhou a Carnegie Medal (que premeia novos romances infantis ou juvenis) e o Whitbread Award.

A sua escrita é muito influenciada pelas grandes mudanças sociais do século XX no Reino Unido.

Mais informações sobre a autora em http://www.penelopelively.net



domingo, 24 de fevereiro de 2013

"O Prisioneiro do Céu" (Carlos Ruiz Zafón): OPINIÃO!

"O Prisioneiro do Céu" é o terceiro livro da tetralogia "O Cemitério dos Livros Esquecidos" e só posso referir que foi maravilhoso reencontrar personagens por quem me apaixonei em "A Sombra do Vento" e "O Jogo do Anjo". 

Para mim que adoro Zafón no que toca a esta série em particular, foi uma verdadeira alegria voltar a encontrar Daniel Sempere e pai, Fermín Romero de Torres e David Martín.

Carlos Ruiz Zafón tem uma escrita magistral e em "O Prisioneiro do Céu" volta a agarrar o leitor desde a primeira página levando-o para uma Barcelona de 1957 e envolvendo-o através das suas palavras numa leitura repleta de magia e de uma aura muito própria.

Esta série tem para mim uma narrativa tão envolvente que ao começar "O Prisioneiro do Céu" automaticamente me deixei enfeitiçar e prender.

Quando uma intrigante personagem faz uma inesperada visita à livraria de Sempere tudo muda repentinamente. Esta personagem misteriosa ameaça revelar um segredo do passado e assim os amigos Daniel Sempere e Fermín são lançados numa aventura que acabará por intrigar e surpreender o leitor.

Mediante retrocessos ao passado, alternados com momentos do presente, a narrativa de "O Prisioneiro do Céu" vai-nos dando a conhecer mais a fundo as personagens, ao mesmo tempo que nos envolvemos numa história sobre identidade, família, vingança e passado.

A escrita de Zafón tem uma capacidade extraordinária de nos enfeitiçar e a narrativa cheia de revelações agarra o leitor com força, provocando-lhe reacções de espanto brindando-o ao mesmo tempo com episódios repletos de humor.

A acção desenvolve-se com rapidez e o facto da narrativa alternar entre passado e presente mantém o leitor preso às páginas com ansiedade e expectativa.

Algumas personagens já me eram familiares mas cimentaram a minha paixão por elas agora que as fiquei a conhecer mais profundamente através deste "O Prisioneiro do Céu". Esta leitura traz-nos igualmente novas personagens que pela sua aura de mistério e obscuridade conferem uma riqueza extra ao enredo.

Finda a leitura fica a sensação inequívoca de que as páginas se leram demasiado rápido e que soube a pouco. O leitor que é fã desta série e do autor Carlos Ruiz Zafón fica com vontade de ter ainda mais duzentas ou trezentas ou mais páginas para ler para não ser obrigado a despedir-se tão cedo destas personagens e de uma Barcelona repleta de uma envolvência mágica e enfeitiçante. 

Fica a enorme ânsia de que não demore muito a sair o último volume desta tetralogia para nos podermos perder novamente nesta Barcelona do Cemitério dos Livros Esquecidos.

CLASSIFICAÇÃO: 6. Excelente!