sexta-feira, 10 de junho de 2011

Hora H: a minha 6ª visita à Feira do Livro do Porto

É verdade ontem voltei à Hora H...era a última Hora H...até era prolongada (das 22h às 00h) e fui com a Estefânia do blogue "Uma biblioteca aberta".

E só ia com ideia de comprar 2 livrinhos na Hora H da Leya e nada mais mas depois trouxe mais um comigo.

Só posso dizer que foi uma Hora H hilariante e super divertida.

Primeiro aconteceu uma cena na Leya mas foi com a Estefânia por isso se querem saber espreitem o blogue dela!

Depois vamos nós as duas todas catitas e eu passo na Fnac e vejo uma capa de um livro que eu sabia que a Estefânia queria e muito instintivamente digo eu "oh olha aquele livro que tu querias está aqui"...vejam se a Estefânia resistiu à compra no blogue dela lol.

E depois o melhor de tudo para mim foi o que aconteceu na Planeta e Esfera dos Livros. Estávamos nós na Planeta e a Estefânia viu um cartaz deste género:








Então eis que se vira para mim e diz-me: "Oh Diana olha aquilo ali...vê se entendes o mesmo que eu". Assim que li aquilo digo eu: "Será que a Esfera dos Livros também não aderiu à Hora H?".

Lá fomos nós cheias de energia e quando vemos este cartaz também na Esfera do Livro deliramos claro lol.

Virei-me para o senhor do stand, peguei no livro dos crocodilos e digo eu: "este livro agora fica por quanto?".

Quando vimos que estava com 40% de desconto virei-me para o senhor e disse: "pois vão ser 2 livros" lol muito divertido. E isto tudo porque o livro tem estado só com 20% e depois vermos que as editoras que não eram aderentes à Hora H tinham descontos de 40% foi demais.

É que no caso do livro dos crocodilos foi uma sorte a Esfera dos Livros não ter aderido à Hora H e isto porque o livro é recente e se aderissem à Hora H ele não teria os 50% de desconto por ser novidade e, nesse caso, só teríamos os 20% de desconto habituais. Por isso, eu e a Estefânia, neste caso dissemos: "viva às editoras que não aderiram à Hora H!"

O senhor do stand até ficou a olhar para nós tipo a pensar "mas que doidas" lol mas nós divertimo-nos e isso é que importa!

E pronto estes foram os livros que trouxe comigo da última Hora H e não Hora H eh eh:

A minha 5ª visita à Feira do Livro do Porto

Pois é tenho andado ausente do blogue por estes dias porque o meu pc avariou e tenho andado com ele de um lado para o outro para o arranjar. Mas agora já está tudo ok e como tal volto a postar aqui as minhas novidades :).

Tenho a opinião de "Um bom dia para morrer" pendente....entretanto escrevo-a prometo.

Tenho um passatempo para realizar com a Planeta - "Vingança em Sevilha" que quero ver se o lanço em breve.

Mas hoje venho aqui actualizar-vos sobre as minhas comprinhas na Feira do Livro do Porto.

Ora bem noutro dia lá fui eu mais uma vez aos Aliados de tarde e eis que estes livrinhos quiseram vir comigo cá para casa:













Encontrei "Marina" como livro do dia com 40% de desconto e toca de o trazer comigo, já que é o único do autor Carlos Ruiz Zafón que me falta ler.

Depois trouxe "Casamento em Vezena". Nunca li nada da autora mas também era livro do dia e as capas da Quinta Essência são tão lindas que não resisti.

E, por fim, claro está que tinha de trazer um livrinho da Presença e o escolhido foi "À procura do culpado" que me cativou pela sinopse. Além disso, como é livro descatalogado ficou com um preço amigo (ficou mais barato do que se o comprasse na Hora H).

terça-feira, 7 de junho de 2011

Porto Editora - Ficção - "A Ilha dos Desencontr​os"

A Porto Editora coloca nas livrarias, no dia 16 de junho, "A Ilha dos Desencontros", um novo livro de Anita Shreve.

Em 2010 já tinha sido publicado "Testemunho", da mesma autora.

Desta vez, Anita Shreve apresenta-nos um romance passado numa ilha do Maine, nos EUA, cuja protagonista é uma fotógrafa chamada Jean que procura desvendar um hediondo crime que lá teve lugar. Durante a investigação, um conjunto de dúvidas e dilemas pessoais instala-se e Jean acaba por reagir de formas que não achava ser capaz.

SINOPSE:

«Pergunto a mim própria: se uma mulher for levada ao limite, como reagirá?»

A pergunta é feita por Jean, uma fotógrafa, que em 1995 chega à ilha de Smuttynose, ao largo da costa do Maine, para fazer uma reportagem sobre um crime que aí teve lugar cem anos antes. Com ela viajam o marido, a filha de cinco anos, o cunhado e a respetiva namorada. À medida que vai mergulhando nos detalhes daquele acontecimento - um caso de paixão que resultou na morte de duas mulheres -, ela própria entra num terreno perigoso, dominada por emoções contraditórias.

A suspeita de que o marido tem um caso desencadeia um ciúme incontrolável e uma desconfiança que acabam por levar Jean ao limite das suas emoções e a comportamentos de que nem ela própria suspeitava ser capaz.

Em "A Ilha dos Desencontros", Anita Shreve, baseando-se num facto real - o assassínio de duas mulheres que ainda hoje continua por desvendar -, leva- -nos através de uma viagem inesquecível até aos limites mais extremos da alma humana.

Primeiras páginas: aqui

A AUTORA:

Natural do Massachusetts, onde ainda hoje reside, Anita Shreve formou-se na Tufts University, foi professora e acabou por enveredar pelo jornalismo após uma das suas histórias ter ganho o O. Henry Prize, em 1975, escrevendo então artigos para revistas como a Quest, Us e Newsweek.

Mais tarde, publicou dois livros de não-ficção a partir de artigos publicados na The New York Times Magazine.

Em 1989 abandonou o jornalismo e dedicou-se apenas à literatura, alcançando um grande sucesso internacional – as suas obras venderam já mais de 7 milhões de exemplares em todo o mundo. Em 1998, recebeu o PEN/L.L. Winship Award e o The New England Book Award para ficção.

Página pessoal:
www.anitashreve.com

segunda-feira, 6 de junho de 2011

"A Casa das Auroras" (Cristina Carvalho): OPINIÃO

Quando li a sinopse deste livro despertou a minha curiosidade e depois de finda a leitura posso dizer que gostei da escrita da autora Cristina Carvalho.

Em "A Casa das Auroras" vamos acompanhar uma jornalista que vai para uma aldeia investigar um caso e depois entra numa casa onde à volta de uma mesa se encontram 6 mulheres.

E aqui coloca-se a questão: serão mulheres mesmo ou fantasmas?

Assim, a jornalista fica fascinada com o que está a assistir: realidade? alucinação? não sabemos, mas o que acontece é que fica como que em estado hipnótico a assistir aos relatos das 6 mulheres.

E o livro é isso mesmo: os vários relatos de 6 mulheres, desde crianças a mulheres com idade, cada qual com uma história de vida particular e um fim de vida específico.

Um conjunto de personagens sem dúvida pouco homogéneo. Todas as personagens muito particulares nas suas vivências.

O livro tem uma escrita boa, natural, fluída mas para mim faltou lá um ingrediente qualquer...algo que me prendesse às páginas.

Ao terminar esta leitura e, apesar de ter gostado da escrita da autora, fiquei com aquela sensação de "o livro lê-se bem mas gostava de ter gostado mais" entendem?

Gosto quando os livros me arrebatam, me fazem ficar colada às páginas na expectativa para ver o que se passará a seguir e neste livro não senti isso.

Um livro a ler novamente daqui a algum tempo para ver se o aprecio com outra maturidade e atenção.

CLASSIFICAÇÃO: 3. Razoável

Presença: "Não pode ir à Feira? A Feira vai até si!"





















A Editorial Presença brinda-nos com mais uma excelente iniciativa!

Uma vez que a Feira do Livro do Porto está a decorrer e nem todas as pessoas podem ir até aos Aliados aproveitar os descontos, a Presença lança a iniciativa "Não pode ir à Feira? A Feira vai até si!"

Os descontos são de aproveitar!

Espreitem
aqui!