sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Novidade Bertrand: "Em casa" de Bill Bryson

Em Casa
Bill Bryson

«As casas não são refúgios da História. São onde a História vai acabar.»

Em que consiste de facto a História? Séculos de pessoas no seu quotidiano: a dormir, a comer, a fazer sexo, a tentar viver confortavelmente. E onde acontece tudo isso? Em casa.

Foi este pensamento que inspirou Bill Bryson a fazer uma viagem pela própria casa, uma velha reitoria em Norfolk, andando de divisão em divisão a pensar como tinham início os acontecimentos banais da vida. E o que descobriu foram espantosas ligações entre tudo, desde o Palácio de Cristal à Torre Eiffel, do escorbuto à profanação de cadáveres, dos percevejos à Revolução Industrial, da crinolina às retretes, e praticamente tudo o resto que alguma vez aconteceu. Se Breve História de Quase Tudo nos dava um panorama abrangente do mundo, do Universo e de tudo o mais, Em Casa espreita a vida privada pelo microscópio. Bryson emprega a mesma curiosidade insaciável, o mesmo humor irresistível, a mesma proza estilizada e o mesmo poder narrativo, o que torna este livro um dos mais lúdicos e esclarecedores acerca da maneira como vivemos.
Entre em casa de Bill Bryson e descubra a breve história de quase tudo… o resto!

O livro que está para a História como Breve História de Quase Tudo está para a Ciência.

Bill Bryson

Bill Bryson nasceu no Iowa. Viveu em Inglaterra durante vinte anos, altura em que trabalhou no Times e no Independent e escreveu para as principais publicações britânicas e norte-americanas. A sua obra inclui livros de viagens como Nem Aqui nem Ali, Crónicas de Uma Pequena Ilha e Diário Africano, livros de divulgação, como a Breve História de Quase Tudo, e de biografia: Shakespeare dos oito aos oitenta. Por aqui e Por Ali, a descrição da sua aventura no trilho dos Apalaches foi um best-seller internacional. Vive nos Estados Unidos, em Hanover, com a mulher e os quatro filhos.

www.billbryson.co.uk

«Bryson mostra-nos como são improváveis as nossas vidas.» Publishers Weekly

«Um delicioso passeio pela história da vida doméstica. Informativo, acessível e muito divertido.» Kirkus Reviews

«Delicioso… Se este livro não lhe fornecer cinco anos de conversa de jantares, você não está atento.» revista People

«Fascinante... Junte-se à simpática excursão turística pela sua casa. Bryson deixa-se fascinar por tudo e a sua curiosidade é contagiosa. O seu entusiasmo ilumina qualquer esquina sombria.» The New York Times Book Review

«O seu olho para o detalhe e o seu espírito deliciosamente irónico surgem nos sítios mais inesperados. Em Casa é uma cativante viagem pela história, sem nunca deixar o lar.» Melhor Livro do Mês, Amazon.com

«Revela os pormenores hilariantes e repugnantes da vida privada, desde os tempos romanos até ao presente.» Library Journal

«Ao fazer uma vistoria atrás das costas do sofá da nação, Bryson construiu uma história infinitamente fascinante.» Mail on Sunday

Do mesmo autor na Bertrand:

Breve História de Quase Tudo
História (Mesmo) Breve de Quase Tudo
Shakespeare – dos oito aos oitenta

Género: História
Tradutor: Luís Santos
Formato: 15 x 23,5 cm
N.º de páginas: 528
Data de lançamento: 21 de outubro
PVP: 18,75 €



Novidade Outubro Planeta: "A Torre de Vigia" de Ana María Matute

Depois de Paraíso Inabitado, chega agora o primeiro romance da trilogia medieval desta prestigiada escritora catalã de 86 anos, vencedora do Prémio Cervantes 2010.

A TORRE DE VIGIA
Ana María Matute

Este é um singular romance de cavalaria, narrado na primeira pessoa e situado num mítico reino medieval, mágico e sensual.

A autora narra com uma sensibilidade moderna, os anos de formação e de aprendizagem de um jovem cavaleiro, no decurso de um enredo repleto de heroísmo, superstição e barbárie.

A descoberta conflituosa do mundo, a memória, o desejo e a dificuldade em firmar as relações da infância na adolescência marcaram os anos do jovem herói, um prisioneiro num mundo onde tudo é governado por instintos primitivos, como o amor, ódio, violência, solidão, crueldade e nostalgia.

Um retrato alternativo de um universo inquietante e misterioso e, ao mesmo tempo, selvagem e apaixonado.

O leitor irá descobrir uma nova forma de narrar uma história e mergulhar na fantasia.

«Uma das maiores escritoras da língua castelhana do presente século.»
Ana María Moix

Sobre a autora

Ana María Matute nasceu em Barcelona em 1925.

Recebeu os prémios literários mais prestigiados pela sua obra, na qual figuram os romances Los Abel, Fiesta al Noroeste (Premio Café Gijón, 1952), Pequeño teatro (Premio Planeta1954), Los hijos muertos (Premio de la Crítica 1958 e Premio Nacional de Literatura 1959), Primera memoria (Premio Nadal 1959), Los soldados lloran de noche (Premio Fastenrath da Real Academia Española 1962), Olvidado Rey Gudú e Aranmanoth.

Matute criou uma linguagem poética e emocional que marca a sua obra, frequentemente ancorada nos universos da infância e da adolescência, em cenários do pós-guerra. Fez também incursões pelo tempo e universos medievais, que ocuparam os seus últimos livros, e é uma referência na literatura infantil.

Candidata ao Nobel, é membro da Real Academia Española e da Hispanic Society of America. Em 2007 foi galardoada com o Premio Nacional de las Letras pelo seu percurso literário, o que a torna na primeira mulher espanhola a receber tão alto galardão literário.

Em 2009 a Planeta publicou Paraíso Inabitado, considerado pela crítica um dos mais brilhantes romances da autora.

A 27 de Abril de 2011 recebeu o Prémio Cervantes, o maior prémio da literatura em castelhano, corolário de uma carreira brilhante.

Informação técnica
224 páginas
PVP: 18,80 €
Tradução de Sérgio Coelho

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Clube do Autor: As Grandes Batalhas da História - Canal História - hoje nas Livrarias

DA COLECÇÃO Os Grandes Mistérios da História
Bestseller Internacional – Já na 3ª edição

AS GRANDES BATALHAS DA HISTÓRIA

Os documentários mais marcantes do Canal de História sobre a história bélicaUm livro indispensável para todos os apaixonados pela História

As batalhas que derrubaram impérios, travaram invasões, fizeram triunfar revoluções e forjaram o mundo moderno tal como o conhecemos. Uma obra essencial que recupera o passado para entendermos melhor o presente através de uma perspectiva rigorosa e acessível.

De Trafalgar às Malvinas/Falkland, das Termópilas a Gettysburg, de Navas de Tolosa à Batalha do Ebro, das Cruzadas ao Vietname, das legiões romanas aos cavaleiros medievais e aos kamikazes japoneses, As Grandes Batalhas da História é uma apaixonante viagem pelos conflitos armados mais marcantes da história bélica mundial.

Com a exaustiva investigação das fontes e a simplicidade na divulgação que caracterizam o Canal de História, esta obra recria cercos como a tomada de Jerusalém, batalhas puramente aéreas, como a de Inglaterra, em 1940, ou a maior operação naval da história levada a cabo no Dia D, sem esquecer o papel decisivo dos mais famosos estrategos: Alexandre Magno, Aníbal, Júlio César, Nelson, Napoleão ou Churchill.

Causas e consequências, armamento e táctica, êxitos e fracassos, curiosidades e episódios anedóticos – todos os ângulos merecem análise e são simultaneamente fonte de informação e de entretenimento, num livro que nenhum apaixonado pela História deve perder.

Sobre o Canal de História

O Canal de História é o único canal temático em Portugal especializado em História. Reconhecido internacionalmente sob a designação de The History Channel, o canal aposta na oferta dos melhores documentários sobre os mais variados temas que marcam a História Universal de forma apelativa, rigorosa e séria.

Distinguido vários anos consecutivos com o prémio para o Melhor Canal Temático da Academia das Ciências e das Artes da Televisão, o Canal de História apresenta uma programação variada e exclusiva com base no catálogo da A&E Television Networks e de Chello Multicanal, em catálogos de produtoras internacionais e em projectos de produção própria.

Com o Canal de História tem a oportunidade de resolver mistérios, analisar batalhas e investigar os mais intrigantes enigmas sem sair do sofá, agora também na versão impressa.

Informação Técnica

PVP: 20,90 €

• 580 Páginas

Resultado do Passatempo Presença: "Darling Jim"

Aqui está o resultado do passatempo realizado com a preciosa colaboração da Editorial Presença que terminou ontem - dia 19 de Outubro - às 23h59 e que tinha para oferecer 1 exemplar do livro "Darling Jim" do autor Christian Mork!

Neste passatempo contamos com 284 participações válidas! 5 participações foram eliminadas (2 participações erradas, 2 moradas repetidas e 1 participação sem código postal e localidade: estejam atentos às regras em próximos passatempos).

Obrigado por continuarem a participar nestes passatempos :D!

As respostas correctas às perguntas eram:

1. Darling Jim reúne thriller psicológico, suspense romântico, terror, lendas e contos de fadas:
Resposta: verdadeiro.

2. De quem são os cadáveres que aparecem assassinados numa casa de Malahide?
Resposta: De duas irmãs e da tia de ambas.

3. Como se chama o jovem carteiro que descobre o diário de uma das irmãs?
Resposta: Niall.

4. O que diz Booklist sobre este livro?
Resposta: «Uma irresistível arte de narrar.»

Desta vez tinhamos 1 livro para oferecer!

O vencedor do passatempo é:

205. Luís Alberto Abreu (Vizela)


Parabéns!




Visitem o site da Editorial Presença
aqui!

E saibam mais sobre este livro clicando aqui!

Algumas novidades Bizâncio para Outubro!

Título: Uma Tampa para cada Tacho

Subtítulo: Conflitos Genéticos e Evolução

Autor: Francisco Dionísio

Colecção: Máquina do Mundo, 30

Divulgação científica

Os conflitos genéticos explicam muitos factos banais do nosso dia-a-dia. Por exemplo, porque é que há sensivelmente tantos homens como mulheres? Será somente devido ao modo como os cromossomas sexuais X e Y se combinam? E o que dizer de outras espécies com diferentes modos de definir o sexo? Porque é que, frequentemente, também nestas espécies, a proporção de machos é semelhante à de fêmeas, e em particular durante o período fértil dos indivíduos dessas espécies? Outros factos também comuns na nossa vida requerem uma explicação. Por exemplo, porque é que, na nossa espécie, assistimos a tantos problemas durante a gravidez e nos partos? E, já agora, porque é que a poluição pode salvar a vida de bebés? Este livro aborda estes e outros temas que têm em comum o estabelecimento ou a resolução de conflitos ao nível dos genes.


Título: 7 Ideias Filosóficas que toda a gente Deveria Conhecer

Autor: Desidério Murcho

Colecção: Filosoficamente

Filosofia

«Penso, logo existo», «Só sei que nada sei»: estas são algumas das ideias filosóficas de que todos ouvimos falar, mas cujo significado e importância muitas vezes desconhecemos. Numa linguagem clara e directa, este livro esclarece o significado destas e de outras ideias filosóficas que mudaram a história do pensamento europeu. Integrando informação histórica e explicações pormenorizadas, eis um livro de filosofia que se lê como um romance e nos ajuda a reflectir em algumas das mais importantes ideias da Filosofia.


Título: Pátria Utópica

Subtítulo: O Grupo de Genebra Revisitado

Autores: António Barreto/Ana Benavente/Eurico Figueiredo/José Medeiros Ferreira/Valentim Alexandre

Política

«Neste início de século e de milénio, depois de décadas de apagamento da memória histórica, é de difícil inteligência pelo comum dos mortais o mal-estar da juventude portuguesa nos anos 60. A ameaça da mobilização para a guerra colonial pairava como uma ave de mau auspício sobre os destinos individuais.»

in Prefácio, de Amadeu Lopes Sabino

Para os autores deste livro a solução foi partir. António Barreto, por estar farto de viver aqui; Ana Benavente que se casara aos 18 anos, porque não queria que o marido fosse mobilizado para a guerra colonial; Eurico Figueiredo sabia que partir do Portugal salazarista estava «marcado nos astros» e era essencial para fugir à inevitável prisão; José Medeiros Ferreira, prestes a ser mobilizado, num dos processos mais «dramáticos e até dilemáticos» da sua vida; e, Valentim Alexandre porque crescentemente considerava estar do lado errado no conflito guineense. Fizeram de Genebra a sua Pátria, mas regressaram a Portugal depois do 25 de Abril e «deram à pátria de origem o que a pátria adotiva lhes emprestara: alguma ciência, a vontade de reformar não só a política mas também a sociedade, algumas esperanças, muitas desilusões[…]»