terça-feira, 29 de maio de 2012

Resultado do Passatempo Presença: "Sapatos Italianos"


Aqui está o resultado do passatempo realizado com a preciosa colaboração da Editorial Presença que terminou ontem - dia 28 de Maio - às 23h59 e que tinha para oferecer 1 exemplar do livro "Sapatos Italianos" do autor Henning Mankell!

Neste passatempo contamos com 230 participações válidas! (algumas participações com respostas erradas: estejam atentos às regras em próximos passatempos).

Obrigado por continuarem a participar nestes passatempos :D!

As respostas correctas às perguntas eram:


1. Quem é a única visita de Fredrik Welin?
Resposta: o carteiro.

2. Como se chama a pessoa que vem perturbar o exílio autoimposto de Fredrik Welin?
Resposta: Harriet.

3. Mankell é o autor do protagonista da série televisiva: 
Resposta: Wallander.

Desta vez tínhamos 1 livro para oferecer!

A vencedora do passatempo é:

55. Elizabete Fonseca (Lisboa)


Parabéns!






Visitem o site da Editorial Presença aqui!

E saibam mais sobre esta novidade clicando aqui!

segunda-feira, 28 de maio de 2012

"Sapatos Italianos" (Henning Mankell): OPINIÃO!

Ao iniciarmos a leitura de "Sapatos Italianos" ficamos a conhecer Fredrik Welin: um homem que viveu os últimos doze anos numa ilha rodeada de gelo tendo por únicas companhias o seu cão e o seu gato e as visitas do carteiro.

Logo de início, o leitor percebe que Fredrik além de ser um homem que vive isolado é uma pessoa solitária.

É só com o aparecimento de Harriet - uma mulher importante do passado de Fredrik - que vamos começar a conhecer verdadeiramente Fredrik e as razões da vida que o levaram a tornar-se uma pessoa tão solitária.

Com o aparecimento inesperado de Harriet, a vida de Fredrik vai mudar completamente.

Harriet quer que ele cumpra uma promessa do passado e começa então, não só uma viagem física mas também emocional, que vai levar Fredrik a descobertas surpreendentes e ao nascimento de novas relações.

Através de um discurso fluído e de uma narrativa serena, Henning Mankell coloca-nos perante personagens que no contacto umas com as outras fazem uma viagem de auto-descoberta. 

Fredrik abre o seu coração a novos sentimentos tornando-se menos solitário, Harriet traz uma nova realidade à vida de Fredrik enquanto enfrenta ela própria uma situação delicada e conhecemos ainda outras personagens que trazem um novo sentido à vida de Fredrik.

Trata-se de um romance inquietante por nos colocar colocar perante um homem tão solitário e, ao mesmo tempo, comovente por nos mostrar, de forma directa, que quando confrontamos os assuntos pendentes do passado eles se resolvem e perdem a aura de problema, permitindo-nos assim olhá-los com outros olhos e vermos a vida do presente de forma diferente e sonharmos com o futuro de uma maneira mais aberta e feliz.

Na minha opinião, neste "Sapatos Italianos", Henning Mankell brinda o leitor com um livro repleto de auto-descoberta pessoal baseada na construção de novos e inesperados laços de amizade e familiares.

Henning Mankell consegue brilhar no género do romance através de um livro cheio de emoção e reflexão.

CLASSIFICAÇÃO: 5. Muito Bom!





Podem visitar o site da Editorial Presença aqui!

E saber mais sobre o livro aqui!

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Novidade Bertrand: "Crueldade a Nu" de Colleen McCullough


Crueldade a Nu
Colleen McCullough

Da autora de Tim, Pássaros Feridos e A Independência de Uma Mulher.

Género: Thriller
Tradutor: Miguel Martins Rodrigues
Formato: 15 x 23,5 cm
N.º de páginas: 376
Data de lançamento: 25 de maio
PVP: 17,70 €

Carmine Delmonico regressa em mais um thriller de leitura compulsiva.

Em 1968, a América é um país em convulsão e o subúrbio de Carew está a ser aterrorizado por uma série de violações. Quando uma das mulheres arranja finalmente coragem para falar e se dirige à polícia, o violador passa a matar as vítimas seguintes. Para Carmine, parece ser um caso sem quaisquer pistas. Além de que o Departamento de Polícia de Holloman se está a debater com os seus próprios problemas.

Enquanto o assassino traça os seus planos, Carmine e a sua equipa têm de usar todos os recursos ao seu dispor para conseguirem desvendar este caso brutal.

«Delmonico é uma personagem admirável»
Publishers Weekly

«Na tradição de P.D. James…McCullough é uma extraordinária contadora de histórias.» The Times

«McCullough produz um crescendo de drama.» Daily Mail

«Absorvente» Sunday Telegraph

«Procura o mais profundo do coração humano num romance de várias camadas, que persegue o leitor»
Good Book Guide

«Uma escritora muito experiente que sabe como agarrar a atenção do leitor e mantê-la.» Literary Review

«Uma talentosa contadora de histórias, McCullough tem muitos truques na manga.» Sydney Morning Herald

Sobre a autora:

Colleen McCullough nasceu na Austrália. Neuropatologista de formação, foi a fundadora do Departamento de Neuropatologia do hospital Royal North Shore, em Sydney, antes de começar a trabalhar como investigadora e professora em Yale, onde permaneceu durante dez anos. A sua carreira como escritora teve início com a publicação de Tim, a que se seguiu o best-seller internacional Pássaros Feridos.

Vive em Norfolk, no Pacífico, com o marido, Ric Robinson.

Da mesma autora na Bertrand:

A Independência de Uma Mulher







quinta-feira, 24 de maio de 2012

Porto Editora - Ficção - Romantic Novel of the Year 2011

Romantic Novel of the Year 2011

Jojo Moyes volta a ser premiada com A Última Carta de Amor

Título: A Última Carta de Amor
Autor: Jojo Moyes
Tradutor: Cristina M. Queirós
Págs: 456
PVP: 16,60 €

Jojo Moyes, que visitou a Feira do Livro de Lisboa no ano passado, é uma das poucas escritoras premiadas por duas vezes com o Romantic Novel of the Year, tendo o primeiro sido atribuído ao seu romance Foreign Fruit. Desta vez, o prémio foi para A Última Carta de Amor, o mais recente romance da autora, que será publicado pela Porto Editora no dia 1 de junho.

Segundo a The Romantic Novelists’ Association, «este romance combina uma escrita refinada com uma história romântica de grande originalidade, resultando numa leitura muito gratificante. Uma vitória merecida». A Última Carta de Amor é uma história apaixonante passada em duas épocas distintas, no tempo presente e nos anos 60, ambiente que Jojo Moyes recria na perfeição.

O LIVRO

Inglaterra, 1960. Quando Jennifer Stirling, uma mulher de vinte e sete anos, acorda no hospital, após um trágico acidente de automóvel, não tem qualquer lembrança da sua vida passada. Não reconhece o marido, não recorda a sua própria casa e tão-pouco se identifica com a vida que lhe dizem ser a sua. Quando encontra uma carta apaixonada, escrita por um homem que assina apenas «B» e que lhe pede para abandonar o marido, irá a todo o custo tentar descobrir a identidade desse homem, enquanto enfrenta os preconceitos sociais estabelecidos.

Anos volvidos, em 2003, uma outra mulher, Ellie, descobre nos arquivos poeirentos do jornal onde trabalha a mesma carta enigmática. Fica de imediato obcecada pela história, que lhe permitirá escrever um artigo que relance a sua carreira e talvez até a ajude a lidar com a sua própria vida amorosa. Afinal, se aquela história tiver tido um final feliz, quem lhe garantirá que o homem com quem se envolveu não acabe também por deixar a mulher?

Uma história de amor apaixonante e arrebatadora, com um final absolutamente inesperado.

Primeiras páginas: aqui

A AUTORA

Jojo Moyes nasceu em 1969 e cresceu em Londres. Estudou Jornalismo e foi correspondente do jornal The Independent até 2002, quando publicou o seu primeiro romance, Retrato de Família, e resolveu dedicar-se à escrita a tempo inteiro. Publicou depois Foreign Fruit (2003), The Peacock Emporium (2004), The Ship of Brides (2005), Silver Bay – A Baía do Desejo (2007), Um Violino na Noite (2008), The Horse Dancer (2009) e A Última Carta de Amor (2010).

Jojo Moyes foi uma das poucas autoras a ganhar por duas vezes o prémio Romantic Novel of the Year, primeiro com Foreign Fruit e agora com A Última Carta de Amor. Do catálogo da Porto Editora constavam já os seus romances Silver Bay – A Baía do Desejo, Um Violino na Noite e Retrato de Família.

Página da autora: www.jojomoyes.com

IMPRENSA

Um romance arrebatador. Daily Telegraph

Uma história incrivelmente enternecedora. Jojo Moyes explora de forma magistral a forma como o amor, a perda e umas poucas palavras podem fazer renascer uma vida ou destroçar um coração.
Marie Claire

Emocionante, enternecedor, intrigante; a atmosfera é perfeita, o enredo, genial e as personagens, brilhantes. Penny Vincenzi

Um livro fantástico, comovente e evocativo – ideal para todos os fãs de Mad Men. Sophie Kinsella
Escrito com uma prosa poética e personagens comovedoras, este livro fascinante encontra um eco profundo no mundo apressado dos dias de hoje. Publishers Weekly








terça-feira, 22 de maio de 2012

"O Tribunal das Almas" (Donato Carrisi): OPINIÃO!

Quando soube que este livro do autor Donato Carrisi ia ser lançado (Data de Lançamento: 24 de Maio) fiquei expectante porque li "Sopro do Mal" e achei simplesmente magnífico.

Assim sendo iniciei a leitura d' "O Tribunal das Almas" com elevadas expectativas.

Logo de início deparamo-nos com um acontecimento intenso: o socorro de um homem por uma médica e um enfermeiro, homem esse que no seu tórax tem gravada a palavra "Mata-me" e que em sua casa onde é socorrido tem um patim vermelho - um objecto que remete para o homicídio da irmã gémea da médica que lhe está precisamente a prestar socorro. 

Entretanto entramos em contacto com Marcus, um homem com amnésia que não sabe quem é que por este facto confere uma aura de mistério imediato ao livro.

Depois temos o desaparecimento de uma estudante universitária: Lara.

Por outro lado, temos Sandra Vega que trabalha no Departamento de Científica da Polícia como fotógrafa de cenas de crime e que decide investigar pessoalmente a morte do seu marido que aparentemente foi acidente mas que ainda lhe levanta dúvidas.

E depois temos Marcus e o seu colega Clemente. Apesar da amnésia, Marcus tem um talento inato para "ler" as cenas de crime e vê-se envolvido na investigação do desaparecimento de Lara.

Embrenhamo-nos na leitura e deparamo-nos com os Penitenciários: um grupo religioso que tem em sua posse as confissões de vários crimes (a confissão religiosa não pode ser revelada e muitos criminosos se confessam sabendo desta garantia de confidencialidade).

Mas quando as vítimas de crimes começam a ter conhecimento da identidade daqueles que lhes fizeram mal percebemos que alguém teve acesso à informação secreta dos Penitenciários.

Face a esta situação coloca-se a seguinte questão: o que faria se soubesse a identidade da pessoa que de alguma forma lhe causou mal? Perdoaria ou vingar-se-ia?

Através de personagens misteriosas e sucessivos acontecimentos vamo-nos apercebendo da linha ténue que  separa o bem do mal e é só aos poucos que vamos conhecendo as personagens e vendo a ligação existente entre si.

Através de saltos temporais o autor leva-nos para capítulos que aconteceram "dois dias antes" para depois nos levar para "um ano antes" num outro local tornando a leitura muito densa e apresentando uma narrativa que exige atenção para se conseguir ir juntando as peças do puzzle.

"O Tribunal das Almas" é um livro intenso que nos coloca perante personagens difíceis de descodificar, personagens essas cheias de segredos e interligações e como tal, o autor através da sua escrita consegue colocar o leitor perante a necessidade de uma reflexão sobre a barreira entre o bem e o mal.

CLASSIFICAÇÃO: 5. Muito Bom!